Safra de grãos em Minas cresce e deve bater novo recorde

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11/05/2012

Os produtores mineiros deverão atingir um novo recorde na colheita de grãos na safra 2011/2012. Com base em levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta quinta-feira (10), a expectativa é de que sejam colhidas 11,8 milhões de toneladas, cerca de 1,1 milhão de toneladas a mais do que o maior volume registrado até agora, na safra 2010/2011, segundo a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).
Os números anunciados indicam que a safra de grãos de Minas deve crescer 10,7%, enquanto a produção estimada para o Brasil (160 milhões de toneladas) terá uma retração de 1,7%.
Milho e soja
A produção estimada de milho em Minas, nesta safra, é de 7,5 milhões de toneladas, um aumento de 15,4% na comparação com o período anterior. A área plantada do grão corresponde a 1,3 milhão de hectares, portanto, uma expansão de 8%. O rendimento médio das lavouras é de 5,8 toneladas, ou 6,8% maior que o obtido na safra 2010/2011.
De acordo com os dados da Seapa, o milho responde por 63,8% da safra total prevista para o Estado. O superintendente de Política e Economia Agrícola da Seapa, João Ricardo Albanez, explica que, embora as vendas do produto no exterior tenham registrado retração nas avaliações mais recentes, a demanda continua em ascensão no mercado interno.
“A expansão das vendas do milho no país está relacionada com o aumento da produção de frango, peru, suínos e bovinos, que dependem da ração formulada a partir do grão”, analisa.
No caso da soja, embora a área plantada (cerca de 1 milhão de hectares) tenha apresentado redução de 1,8%, a produção deve aumentar como consequência dos investimentos em tecnologia e por causa das condições climáticas nas áreas tradicionais de cultivo. “A previsão de uma safra da ordem de 3 milhões de toneladas, aumento de 2,9%, confirma as expectativas dos analistas”, diz Albanez. “Enquanto isso, houve uma quebra expressiva, por causa de problemas climáticos, no Paraná e Rio Grande do Sul, bem como na Argentina, que respondem por grande volume de produção”, conclui Albanez.
Sorgo e feijão
As perspectivas para a safra de sorgo também são boas, com produção estimada em 419,6 mil toneladas, aumento de 14,1%. A área plantada nesta safra alcança 134,8 mil hectares, aumento de 6,3%. O rendimento das lavouras é de 3,1 toneladas por hectare, uma progressão de 7,3%, que também indica que foram feitos investimentos em tecnologia estimulados pela possibilidade de boas vendas, pois o sorgo vem ganhando espaço como alternativa na formulação de ração animal, sobretudo para aves. 
Albanez ainda considera positivas as previsões para as lavouras de feijão, que na segunda safra devem registrar uma colheita de 208,1 mil toneladas, volume 17,6% superior ao registrado no período anterior. “Os resultados do feijão estão relacionados com o momento favorável do mercado, pois os bons preços do produto estimularam os agricultores mineiros a aumentar em 10,9% as áreas de cultivo na segunda safra, alcançando 152,1 mil hectares. Com a utilização de tecnologia e boas práticas de produção, aliadas a condições climáticas favoráveis, eles vêm obtendo também índices expressivos de produtividade”, finaliza.
fonte: Agência Minas
Os produtores mineiros deverão atingir um novo recorde na colheita de grãos na safra 2011/2012. Com base em levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta quinta-feira (10), a expectativa é de que sejam colhidas 11,8 milhões de toneladas, cerca de 1,1 milhão de toneladas a mais do que o maior volume registrado até agora, na safra 2010/2011, segundo a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

Os números anunciados indicam que a safra de grãos de Minas deve crescer 10,7%, enquanto a produção estimada para o Brasil (160 milhões de toneladas) terá uma retração de 1,7%.

Milho e soja
A produção estimada de milho em Minas, nesta safra, é de 7,5 milhões de toneladas, um aumento de 15,4% na comparação com o período anterior. A área plantada do grão corresponde a 1,3 milhão de hectares, portanto, uma expansão de 8%. O rendimento médio das lavouras é de 5,8 toneladas, ou 6,8% maior que o obtido na safra 2010/2011.

De acordo com os dados da Seapa, o milho responde por 63,8% da safra total prevista para o Estado. O superintendente de Política e Economia Agrícola da Seapa, João Ricardo Albanez, explica que, embora as vendas do produto no exterior tenham registrado retração nas avaliações mais recentes, a demanda continua em ascensão no mercado interno.

“A expansão das vendas do milho no país está relacionada com o aumento da produção de frango, peru, suínos e bovinos, que dependem da ração formulada a partir do grão”, analisa.

No caso da soja, embora a área plantada (cerca de 1 milhão de hectares) tenha apresentado redução de 1,8%, a produção deve aumentar como consequência dos investimentos em tecnologia e por causa das condições climáticas nas áreas tradicionais de cultivo. “A previsão de uma safra da ordem de 3 milhões de toneladas, aumento de 2,9%, confirma as expectativas dos analistas”, diz Albanez. “Enquanto isso, houve uma quebra expressiva, por causa de problemas climáticos, no Paraná e Rio Grande do Sul, bem como na Argentina, que respondem por grande volume de produção”, conclui Albanez.

Sorgo e feijão
As perspectivas para a safra de sorgo também são boas, com produção estimada em 419,6 mil toneladas, aumento de 14,1%. A área plantada nesta safra alcança 134,8 mil hectares, aumento de 6,3%. O rendimento das lavouras é de 3,1 toneladas por hectare, uma progressão de 7,3%, que também indica que foram feitos investimentos em tecnologia estimulados pela possibilidade de boas vendas, pois o sorgo vem ganhando espaço como alternativa na formulação de ração animal, sobretudo para aves. 

Albanez ainda considera positivas as previsões para as lavouras de feijão, que na segunda safra devem registrar uma colheita de 208,1 mil toneladas, volume 17,6% superior ao registrado no período anterior. “Os resultados do feijão estão relacionados com o momento favorável do mercado, pois os bons preços do produto estimularam os agricultores mineiros a aumentar em 10,9% as áreas de cultivo na segunda safra, alcançando 152,1 mil hectares. Com a utilização de tecnologia e boas práticas de produção, aliadas a condições climáticas favoráveis, eles vêm obtendo também índices expressivos de produtividade”, finaliza.

Fonte: Agência Minas